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Ilhabela A cidade - Como chegar - Quando ir - Onde ir - Onde ficar - Onde comer - Dicas - Relato de viagem - Photos

Pindamonhangaba A cidade - Como chegar - Quando ir - Onde ir - Onde ficar - Onde comer - Dicas

Taubaté A cidade - Como chegar - Quando ir - Onde ir - Onde ficar - Onde comer - Dicas


 

Ilhabela

Período: 06 e 07/10/2007
Cidades: Ilhabela

Ilhabela, paraíso dos borrachudos! Nunca vi borrachudos tão “vitaminados” como aqueles, grandes e famintos. Se quiser fugir deles, fique no centro e fuja das cachoeiras e praias mais isoladas. Mas na minha opinião, os borrachudos estão nos melhores lugares :) e o repelente resolve ou, pelo menos, ameniza o problema.

O local tem cachoeiras, praias badaladas, praias mais isoladas e um charmoso centro histórico, conhecido como Vila, onde há uma praça singela, uma igreja e tal, com a vantagem de ficar na beira da praia. Conhecida como Capital da Vela, oferece diversos tipos de passeios e atividades como mergulho, passeios de lancha/escuna, trilhas off-road e outros.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados perto da Praia do Portinho.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais.

A cidade

Ilhabela é formada pelas ilhas de São Sebastião, da Vitória e Búzios, mais as ilhotas das Cabras, Serraria, Castelhanos, Lagoa, Figueira e das Enchovas. Possui cerca de 26mil habitantes (dados de 2006) e área de 350 Km², dois quais cerca de 80% formam o Parque Estadual de Ilhabela. Apresenta clima tropical úmido com temperaturas médias de 22ºC e 28ºC.

Como chegar

Ilhabela está localizada a 210Km da capital São Paulo. É necessário ir até a cidade de São Sebastião, onde uma balsa faz o trajeto até a ilha em aproximadamente 15min.

  • Rodoviária de São Sebastião, 3892-1072
  • Rodoviária de Ilhabela, 3895-8709
  • Viação Ilhabela (ônibus urbano), 3895-8258

Quando ir

Depende das suas intenções. Em dezembro, janeiro, fevereiro e julho é alta temporada, a ilha fica cheia, normalmente há fila na balsa e a Rodovia dos Tamoios fica congestionada. O mesmo acontece em feriados. Em julho o local fica muito cheio por causa Semana de Vela. Se quiser agito é um prato cheio, mas se quiser sossego fuja desses períodos.

Onde ir

    Pontos listados, de Norte a Sul:

  • Praia do Sino, do Pinto, Pacuíba e Jabaquara ao norte
  • Na Vila:
    • Igreja Matriz N. Sra D’Ajuda, aos pés do Morro do Baepi, das 6 às 20h
    • Igreja N. Sra D’Ajuda e Bom Sucesso, Pça Alfredo Oliani
    • Câmara Municipal
    • Casarão, antiga Prefeitura e atual Espaço Cultural
    • Praça Coronel Julião, à noite, canoa iluminada
    • Rua do Meio
  • Cachoeira da Toca: a 5 Km da balsa, estrada de Castelhanos, 9767-7360. Além da cachoeira a atração do lugar é o alambique que produzia a cachaça. Acesso pago
  • Cachoeira Água Branca: na entrada do Parque Estadual de Ilhabela, estrada de Castelhanos, 3896-2660, das 9 às 16h30. Trilha bem demarcada e fácil de ser seguida
  • Praia de Castelhanos, acesso pela estrada de Castelhanos só pode ser feito por barco/lancha ou jipe/moto/bicicleta. São 19Km percorridos em 1h40min
  • Trilha Cachoeira do Gato: 30min de caminhada. O percurso começa no canto esquerdo da praia de Castelhanos
  • Ilha das Cabras, local de mergulho
  • Praias Portinho, Feiticeira, Grande, Curral e Veloso ao sul
  • Cachoeira dos 3 Tombos: acesso por rua asfaltada antes da Praia da Feiticeira. A pé são 15min de subida forte, pelo asfalto, até o início da trilha. A trilha em si é curta e fácil de ser percorrida
  • Cachoeira do Veloso: acesso pela praia do Veloso
  • Trilha Praia do Bonete: a trilha começa em Sepituba e é uma antiga estrada, muito esburacada. São aproximadamente 15Km percorridos em cerca de 4h sem paradas, atravessando 2 rios com cachoeiras, a da Lage e a do Areado
  • Trilha Enchovas e Indaiatuba: a trilha sai da praia do Bonete, são cerca de 2Km (pouco menos de 1h) até Enchovas e mais 1Km até Indaiatuba.

Onde ficar

  • Feiticeira Praia Hotel, R. Helena Alves de Carvalho, 258, 3894-9420/0232, a 5km da balsa, a 250m da Praia do Portinho e a 500m da Praia da Feiticeira, www.feiticeirapraiahotel.com.br O café da manhã era bom, as instalações do hotel bonitas e bem cuidadas, o quarto confortável, local bonito. Considero muito bom, mas para quem está de carro ou quem quer curtir as praias próximas.
Outras opções (em ordem crescente de distância da Vila, aproximadamente):
  • Pousada Manga Rosa, R. Francisco Gomes da Silva Prado, 34, Saco do Indaiá, 3896-1118, perto da Praia da Vila e de Santa Tereza, a 3 quadras da Vila e a 7Km da balsa, www.mangarosailhabela.com.br
  • Hotel Pousada Nautilus, Av. Força Exp. Brasileira, 184, Saco do Indaia (Vila), 3896-1575, www.pousadanautilus.com.br
  • Pousada dos Hibiscos, Av. Pedro de Paula Moraes, 720, Saco da Capela, 3896-1375, a 800m da Vila e a 80m da praia do Saco da Capela, www.pousadadoshibiscos.com.br
  • Pousada Montemar, R. Joaquim José da Silva, 281, Praia de Itaguassu, 3896-1643/2702, a 3,5Km da balsa e 1,5Km da Vila, www.pousadamontemar.com.br
  • Pousada Golfinho, Av. Almirante Tamandaré, 871, Praia do Itaguassu, 3896-6612, a 2,5 da balsa e a outro tanto da Vila, www.pousadagolfinho.com.br
  • Pousada Aporan, R. Jacob Eduardo Toedtli, 218, Itaquanduba, 3896-3031/2396, entre as Praias de Itaguassu e Engenho d'Água, a 4Km da balsa, 1Km do Centro Comercial/Praia do Perequê, 2,5Km do Centro Histórico (Vila) e a 2 quadras da av. da praia, www.aporan.com.br
  • Pousada Perequê, R. Armando da Silva Pinto, 90, 3896-1813/1105, a 2,5Km da balsa e a 3Km da Vila, www.pousadapereque.com.br
  • Pousada Panorama, Via Panorâmica, 45, 3896-5926/9161-2839, a 3Km da balsa, www.pousadapanorama.com.br
  • Hotel Petit Village, R. Morro da Cruz, 241, 3896-1392/1393/2966, www.hotelpetitvillage.com.br
  • Pousada Rafimar, Praia do Perequê, a 2 km da balsa (norte) e 4 km da Vila, em frente a Restaurante Max, www.rafimar.com.br
  • Pousada Recanto da Cachoeira, R. Benedito Garcez, 164, Água Branca, a 2Km da balsa, 1,5Km do centro, 5Km da vila, 1,5Km da Praia Perequê, www.ecoilha.com.br
  • Pousada das Maritacas, Av. Princesa Isabel, 1788, Perequê, a 1km da balsa e a 200m da Praia do Perequê, www.pousadadasmaritacas.com.br
  • Pousada Refúgio do Pirata, Estrada do Camarão, 396, Barra Velha, 3895-8896, www.refugiodopirata.net
  • Pousada Villa Nina, R. D Maria Primeira, 156, 3894-1960, a 4,5Km da balsa, a 200m da praia da Feiticeira, www.villanina.com.br
  • Pousada Lacosta, Av. Riachuelo, 5.531, 3894-1001/1535, a 90m da Praia Grande, 150m da Praia do Julião, 600m da Praia da Feiticeira, a 5,5Km da balsa, a 12Km da Vila, www.pousadalacosta.com.br
  • Pousada Villa da Prainha, Av. Riachuelo, 5457, 3894-9449/1948, a 300m das praias do Julião e Grande, entre as praias da Feiticeira e Curral, a 5,6Km da balsa, a 11Km da Vila, www.pousadavilladaprainha.com.br
  • Pousada Mirante da Praia Grande, Av. Riachuelo, 1909, 3894-1110/1246, a 60m da praia Grande, a 200m da Praia do Julião, www.mirantedapraiagrande.com.br
  • Pousada Banana Verde, R. Manoel Pombo, 305, Bexiga, 3894-16069165, a 900m da praia do Curral, a 7Km da balsa e a 12Km do centro, www.pousadabananaverde.com.br

Onde comer

  • Bar e Restaurante do Zé, Praia de Castelhanos
  • Restaurante Cheiro Verde, Rua da Padroeira, 109, Centro, 3896-3245
  • Restaurante Tempero da Ilha, 3894-9480, pizzas, lanches e marmitex, que podem ser entregues
Outras opções:
  • Restaurante Max Paladar, Av São João, 243, Bairro Perequê, 3896-3700, self-service por Kg
  • Restaurante do Cura, R. Princesa Isabel, 337, Praia do Perequê, 3896-1301/1341, curailha@iconet.com.br, self-service, por Kg
  • Sorveteria Rocha, R. São Benedito (Rua do Meio), Vila, 3896-1793

Receptivos Turísticos:

  • Mar e Terra, fiz o passeio com eles, mas não tenho o endereço... fica na Praia do Perequê
Outras opções:
  • Mar e Mar, Av. São João, 574, Perequê, 3896-3679/3896-1418, www.maremar.tur.br
  • Archipelagus, Av. Pedro Paula de Moraes, 713, Pequeá, 3896-3557/9778-4205, www.ilhas.tur.br
  • Ilha Adventure, Av. Princesa Isabel, 605, Perequê, 38965399

Dicas

Contatos úteis:

  • Informações Turísticas, R. Dr. Carvalho, 80, Centro, (12) 3896-2440, turismo@ilhabela.sp.gov.br Há mais alguns postos espalhados em pontos estratégicos, como Praia do Perequê, Balsa e Praia da Feiticeira
  • Secretaria de Turismo, R. Bartolomeu de Gusmão, 140 Bairro Pequeá, 3896-2440/3896-1091, ilhabela.turismo@iconet.com.br

Links úteis:

Prefeitura de Ilhabela
Câmara Municipal de Ilhabela
Visit Ilhabela
Bonete

Dicas:

  • Muito importante: repelente, devido aos borrachudos, principalmente nas praias mais isoladas e nas cachoeiras. Passe muito repelente e não se esqueça de nenhuma parte, pois aquela área sem repelente será atacada. Acho quase impossível voltar para casa sem pelo menos uma picadinha... Há controvérsias sobre o uso de vitamina B12, na dúvida leve o repelente também
  • Centro de Informações Turísticas: há vários espalhados ao longo das avenidas que beiram as praias, de Norte a Sul. Vi 4, na Vila, no Perequê, na chegada da balsa e perto da Praia da Feiticeira. Pelas minhas experiências, considero desorganizado e o atendimento deixa a desejar, pois num local me deram a informação incorreta, no outro incompleta. Materiais como mapa ou caderno com informações estão à venda. O mapa era pequeno, com poucas informações e o outro lado do papel repleto de propagandas. O caderno foi a fonte que um atendente consultou para me dar a informação errada, mas nesse caso não sei se a falha é do material ou do funcionário
  • Melhor transporte: parece uma dica óbvia, mas se locomover de carro pela ilha é mais fácil; moto também parece uma boa opção, pois dá acesso a lugares difíceis como, por exemplo, à Praia de Castelhanos. Alguns pontos são distantes e não atendidos por ônibus. Lógico que sempre existe a opção de táxi, confortável, prática, porém dispendiosa na ilha
  • Transporte público: existem linhas de ônibus, mas os horários para determinados destinos podem ser reduzidos, principalmente nos finais de semana. Agora, o trecho Vila-Balsa é bem atendido, com horários mais frequentes. A melhor forma de saber horários é conversar com moradores locais nos pontos de ônibus
  • Melhor local para se hospedar: se estiver de carro, qualquer lugar é bom. Nesse caso, a escolha pode ser feita em função da atividade preferida, pode-se optar por praias badaladas ou mais tranquilas, por exemplo. Sem transporte próprio e sem vontade de ficar isolado, opte por um ponto entre a Vila e a balsa
  • Para quem curte agitação, feriados prolongados e alta-temporada são ótimos, mas quem quer fugir de congestionamentos e fila na balsa deve evitar esses períodos
  • É um destino um pouco caro, pois é frequentado pelos paulistanos abastados e por turistas estrangeiros, mas há várias opções na ilha desde camping e pousadas simples até hotéis muito luxuosos. O mesmo acontece com os restaurantes
  • A sinalização é boa, em toda esquina há uma placa indicando quais hotéis/pousadas ficam naquele rua, basta seguir pela avenida principal que vai beirando a orla
  • Toda praia tem uma placa com o nome dela e indicando qual a distância para a próxima
  • Dizem que o agito e as praias mais bonitas estão ao sul, nas praias da Feiticeira, Grande, Curral e Veloso. Mas não gostei da praia da Feiticeira
  • Dizem que as praias mais bonitas do norte, são as mais isoladas, como a Jabaquara. Também disseram que a Praia do Sino, a do Pinto e a de Pacuíba são bonitas
  • Há várias agências de turismo no centro comercial, em quiosques na Praia do Perequê. Normalmente o pessoal da pousada/hotel indicam, telefonam e até reservam os passeios para os hóspedes
  • Passeios de agências como trilhas off-road e escuna são tabelados e as agências praticam os mesmos valores. O que pode ser diferente é o tipo veículo/embarcação utilizado e os horários de saída e retorno. Informe-se previamente para selecionar o mais adequado para as suas necessidades
  • A estrada para a praia de Castelhanos só pode ser percorrida por jipes, motos, bicicletas ou a pé, pelo menos na época que fui, início de outubro/2007. Conheço uma pessoa que foi de carro tipo pampa/saveiro, mas isso foi há alguns anos, quando a estrada estava em condições melhores. Até a metade do caminho ainda é possível ir de carro, mas na parte da descida é impossível mesmo que o veículo seja 4x4. Segundo informações de um fórum de viagens, se atolar na estrada e tiver que chamar um jipeiro de agência para te socorrer, terá que pagar caro pelo serviço.
  • Passeio off-road de Castelhanos: leva-se quase 2h para chegar a praia (dependendo das condições da estrada na ocasião e contando algumas paradas curtas no meio do caminho para ver a paisagem e/ou tirar fotos), mais 2h para voltar e mais o tempo da trilha da cachoeira do Gato, sobra pouco tempo para curtir a praia e a cachoeira. Se quiser curtir o local é necessário sair bem cedo e voltar mais tarde. Verifique com agências os horários. Fui com a agência Mar e Terra e gostei. Saímos tarde, quase 11h e voltamos pouco depois das 16h, foi muito corrido, quase nem paramos na praia, pois fizemos a trilha da cachoeira, mas era o que encaixava no meu horário, pois tínhamos acabado de chegar à ilha naquele dia. Mas se já estivesse hospedada na ilha, gostaria de sair bem mais cedo e talvez voltar mais tarde também.

Relato de viagem

06/10/2007 - Dia ensolarado
Praia de Castelhanos, Cachoeira do Gato

Saímos de Taubaté às 6h com destino a São Sebastião. O ônibus pára no ponto da balsa, antes de chegar à rodoviária, descemos e pegamos a balsa das 9h30min. Como era final de semana comum, estava tranquilo e organizado, a fila de carros era pequena, bem como o número de pessoas. São cerca de 15min de travessia. É muito perto, a balsa vai bem devagar... Chegamos e vi um Centro de Informações Turísticas. Primeira decepção na ilha, ao perguntar de mapas, a atendente me ofereceu um, para que eu comprasse. O mapa era pequeno, com poucas informações e o outro lado do papel repleto de propagandas. Agradeci e devolvi o mapa. Nunca tinha visto um centro de informações turísticas vendendo mapas antes desse episódio. Na dúvida com os horários de ônibus e em cima da hora para chegar no hotel e fazer o passeio do dia, optamos por táxi. Mas depois disso fizemos bom uso do transporte coletivo :) No Feiticeira Praia Hotel, deixamos 2 mochilas e a Inês ligou para o receptivo turístico Mar e Terra vir nos buscar para o off-road de Castelhanos. O passeio havia sido pré-agendado no dia anterior, juntamente com a diária do hotel. Hermes, o guia/motorista, chegou perto das 11h. Paramos numa farmácia para que os desavisados comprassem repelente. Eu já sabia da fama dos borrachudos da ilha, então já fui preparada, levei dois repelentes, de marcas diferentes, só para garantir. Finalmente pegamos a estrada para a praia de Castelhanos, são 19Km de estrada de terra. Pelas minhas pesquisas, sabia que a estrada era ruim, indicada apenas para jipes, mas conheço uma pessoa que fez o percurso de carro. Fui observando a estrada, cercada de mata por ambos os lados, estreita, permitindo apenas um carro. Quando dois se encontravam, era necessário que um deles encostasse para o outro passar. Nessa estrada fica o acesso para a cachoeira da Toca. Depois de 7Km passamos pela portaria do Parque Estadual de Ilhabela. À esquerda existe a marcação da trilha da trilha da Água Branca. O Hermes disse que a trilha é bem marcada, com corrimãos e fácil de ser seguida, não há como se perder. Continuamos subindo, subindo e não me aguentando perguntei ao Hermes se a estrada continuaria assim boa, pois tinha ouvido falar que ela era ruim. Ele respondeu que agora estávamos no “asfalto”, mas na descida... Subimos até ficar a cerca de 700m de altitude, depois disso começava a descida e a estrada ainda estava boa. Segundo o Hermes, esse trecho estava bom, pois eles tinham arrumado a estrada e também devido ao longo período de seca. Paramos para ver, entre a vegetação, a praia de Castelhanos lá embaixo. Continuamos, até que a situação começou a mudar, passamos por trechos ruins, com pedras grandes e chegamos a uma “voçoroca”... Imagine uma estrada plana e sem compactação, passa um caminhão bem pesado e deixa as duas trilhas das rodas afundadas, depois de passar várias vezes e afundar muito, formam duas valetas, isso é o que eu chamei de voçoroca. Até que chegamos num ponto onde as voçorocas eram enormes! Tinha um jipe parado na frente, o povo estava tirando fotos. O Hermes e uma moça que estava sentada no lado esquerdo desceram. Eu não conseguia descer, pois minha porta estava encostada na “parede” da voçoroca e nem que quisesse pular da janela eu conseguiria sair do jipe, pois a estrada, ou a lateral ela, estava acima da minha janela. Pulei pelo lado do motorista e saí do jipe. Dei uma volta em torno do jipe, tirando fotos para mostrar para todos, inclusive para a pessoa que fez esse percurso de carro. Definitivamente a estrada deveria estar muito melhor na época que ela passou. Apesar do tempo bem seco, havia alguns trechos com lama. O nosso jipe tinha 2 fileiras de bancos e, na parte de trás, mais 2 bancos na direção perpendicular ao banco do motorista. Fomos sentados ao lado do motorista e acredito que estávamos mais confortáveis que o povo de trás, também era mais emocionante, por causa da vista que tínhamos. Perguntei se era possível percorrer a estrada depois de uma chuva bem forte e o Hermes respondeu que sim e que era muito mais divertido. Na época de verão, ele disse que cai aquela chuva bem forte de verão às 3h e eles voltam às 4h numa boa, quer dizer, com muita emoção. Atravessamos um rio, com pouca água, pois estamos na época de seca e chegamos na parte central da praia de Castelhanos. O local tem bastante borrachudo. O trajeto é percorrido em 1h40min, um pouco mais contando as paradas para apreciar as paisagens e tira fotos. É uma praia bonita, com ondas fortes e perigosa para nadar nesse trecho. Parece que nas pontas das praias é mais tranquilo. Ali tem três bares/restaurantes e algumas poucas casas de moradores com placas de “aluga-se”. Também há área de camping. Já era quase 13h e decidimos almoçar rapidamente, pois sairíamos às 13h30min para a trilha da cachoeira do Gato. Almoçamos no Bar/Restaurante do Zé, mas não sei dizer qual dos três é melhor, pois teria que ter experimentado todos para saber. Comemos comida caseira, boa. Nem todos quiseram fazer a trilha, pois ficaria muito corrido, eles ficaram curtindo a praia. Um pequeno grupo decidiu ir. Voltamos ao jipe para chegar ao canto esquerdo da praia, onde se inicia a trilha. Recomenda-se ir com guia. Se for de jipe, a trilha já estará incluída no pacote. O início da trilha é fácil, ao lado esquerdo do quiosque. Basta subir passando ao lado de algumas casas. Depois a trilha fica bem estreita e em mata fechada, todos têm que seguir em fila indiana. Em alguns locais a trilha se bifurca, mas deve-se seguir sempre a trilha principal. Num ponto é necessário atravessar um rio. Conseguimos passar sem molhar os pés, pulando por cima de pedras, mas na época de chuvas, acho que não tem jeito... Chegamos à cachoeira depois de 30min e a água estava geladíssima, não tive coragem de experimentar além da ponta dos pés :) Perto da queda d’água ventava forte e até o vento era gelado. Como havia pouca água foi possível caminhar tranquilamente sobre um platô até chegar à piscina natural, onde a cachoeira despenca. Creio que na época de chuvas, tudo fique cheio de água. O local tem borrachudos, mas em menor quantidade do que na praia. Voltamos, paramos um pouco no quiosque e apreciamos esse canto da praia. Logo voltamos para a parte central da praia, já era quase 4h e marcamos a volta para às 4h15min. Caminhamos até o outro canto da praia, tiramos umas fotos e retornamos até o jipe para fazer o caminho da volta. Voltamos para a cidade, a maioria das pessoas ficou no Perequê, mas um casal estava hospedado mais ao norte e o Hermes foi levá-los primeiro e foi bom, pois a gente aproveitou para ver um pouco mais da ilha, passamos pela charmosa Vila. Chegamos ao nosso hotel por volta das 18h30min. Fui me informar a respeito de um restaurante BBB, pois nos disseram que o Ilha Sul, bem perto dali, era um dos mais caros da ilha. Disseram que não havia restaurantes por perto e passaram a dica de ligar e pedir comida. Acabamos ligando e pedindo um marmitex e nem saímos à noite, resolvemos descansar depois do longo dia. Como o café só era servido após as 8h, propus ao Daniel irmos à cachoeira dos Três Tombos, perto dali, antes do café. Foi cômica a cara que ele fez. Ele ficou indignado com a proposta...

07/10/2007 - Dia ensolarado/parcialmente nublado
Cachoeira dos 3 Tombos, Praias da Feiticeira e do Portinho, Vila, praias da Vila, Saco da Capela e Engenho d’Água

O café da manhã era bom, as instalações do hotel bonitas e bem cuidadas, o quarto confortável. A vista do hotel é bonita, fica bem perto da mata, perto da trilha para a cachoeira dos Três Tombos. Pegamos dicas de como chegar a essa cachoeira e saímos andando. Fomos avisados sobre a presença de borrachudos no local. Na av, caminhando em direção à praia da Feiticeira, em frente ao condomínio São Mathias, há uma rua asfaltada marcada por um grande portal de pedra, entrando por essa rua, seguimos em frente, mantendo-nos sempre à direita e sempre subindo. No final da rua asfaltada chegamos ao início da trilha, há uma placa com informações e a trilha é bem marcada, não há como errar. Até esse ponto é possível chegar de carro e essa é foi a parte mais cansativa, foram 15min de subida forte, depois a trilha em si é curta e menos íngreme. Mas mesmo essa parte asfaltada reserva grandes surpresas. Durante o trajeto ouvem-se diferentes tipos de aves, acho que vimos alguns tucanos. Subindo por essa trilha, a primeira bifurcação à direita leva a base da primeira cachoeira. Voltando para a trilha e continuando em frente chegamos ao local onde a segunda cachoeira cai. Nesse local há um platô, caminhando por ele dá par ver o local de onde despenca a primeira queda. Por ser época de seca, o platô estava seco com exceção do canto por onde escorria a água que alimentava a primeira queda. Mas no local há uma placa bem grande com aviso sobre o perigo das pedras escorregadias. Continuando a trilha chegamos a terceira queda. Voltamos e quando descíamos vimos que há uma bela vista das praias lá embaixo. Mas o tempo estava encoberto e a vista não estava muito boa para fotos. Queria conhecer a famosa praia da Feiticeira, mas confesso que fiquei decepcionada. Achei deprimente, tem um condomínio de mansões na praia. É necessário caminhar, se esgueirando entre os muros das mansões, até conseguir chegar à praia, que é uma praia bem normal, não vi nada de diferente ou excepcional. Andei pela praia, tirei umas fotos, mas logo voltamos. Encontrei outro Centro de Informações Turísticas no meio do caminho e perguntamos do horário de ônibus para a Vila. A atendente nos passou o horário. Nesse local vi que o caderno com informações era vendido e não distribuído aos turistas. Decidimos ir até a Praia do Portinho, pois era bem perto. No meio do caminho vimos um mercadinho e nos abastecemos com água. Também vimos que no local há vários bares, onde poderíamos talvez ter jantando ou comido um lanche na noite anterior. Voltamos ao hotel, fechamos a conta, catamos as mochilas e fomos ao ponto de ônibus, onde uma moça avisou que, por ser domingo, não havia o horário de ônibus direto para a Vila, teríamos que pegar o que ia para a Barra e depois outro para a Vila. Fizemos isso e chegamos à Vila. Na região central há poucos borrachudos. Almoçamos no Restaurante Cheiro Verde, comida boa, prato bem servido. Continuamos passeando pela Vila, passamos pela famosa Rua do Meio, vimos algumas galerias de lojas e paramos para tomar café no Café Ponto das Letras. Tiramos algumas fotos na Praça Coronel Julião, onde fica a canoa. Passamos pelo Casarão, antiga Prefeitura e atual Espaço Cultural e pela Igreja Matriz N. Sra D’Ajuda. Fomos caminhando em direção a balsa, na beira das praias. Há uma calçada e uma ciclovia estreitas seguindo a orla. Passamos por algumas praias como a da Vila, Saco da Capela e Engenho d’Água. Depois decidimos parar num ponto de ônibus para voltar à balsa e retornar para casa. Pegamos a balsa das 16h. Durante o trajeto o Daniel achou divertido ver as picadas de borrachudos nas pernas das pessoas. Apesar do uso de repelentes, conseguimos trazer umas picadas de borrachudo de lembrança da ilha... Confirmei com um funcionário da balsa que o ônibus para Caraguá passava naquele ponto de ônibus, perto da balsa. Pegamos um ônibus no estilo circular, com roleta. Em Caraguá pegamos o ônibus das 18h para SJC. E em SJC pegamos o ônibus das 20h para Taubaté.


 

Pindamonhangaba

Período: 
Cidades: Pindamonhangaba

Pindamonhangaba tem lugares muito bonitos e pouco explorados. Entretanto a infra-estrutura de turismo ainda é incipiente. Acredito que a maior parte de turistas são atraídos pelo famoso passeio de trem com destino a Campos do Jordão. A cidade também recebe muitos executivos, devido ao crescimento industrial apresentado nas últimas décadas. Porém a cidade não tem exatamente um "perfil turístico" e pode ser difícil chegar a pontos interessantes, localizados na área rural.

Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas. Não trabalho com turismo e não tenho relacionamento com qualquer loja, agência, restaurante, hospedagem ou comércio mencionado nessa página.

A cidade

Pindamonhangaba considerada a "Princesa do Norte", é um nome indígena que significa "lugar onde se fazem anzóis". Situada no Vale do Paraíba, tem posição privilegiada entre a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, perto da praia (Ubatuba) e da montanha (Campos do Jordão). Ainda se localiza perto do sul de Minas Gerais e, à beira da Dutra, tem acesso fácil as duas maiores cidades do país. Possui cerca de 140mil habitantes (dados de 2005) e área de 720 Km². Apresenta clima subtropical quente com inverno seco e temperatura média média anual de 17ºC a 20ºC.

Como chegar

Pindamonhangaba está localizada a cerca de 140Km da capital São Paulo a 270 km da cidade de Rio de Janeiro. O acesso pode ser feito pela Rodovia Presidente Dutra ou pela Rodovia Carvalho Pinto até Taubaté. Há linhas de ônibus ligando Pinda a capital São Paulo e a várias outras cidades. Mais horários e destinos podem ser encontrados na rodoviária da cidade vizinha Taubaté. Entre Pinda e Taubaté há duas linhas de ônibus, pela Estrada Velha e pela Rodovia Presidente Dutra, com muitos horários.

  • Rodoviária de Pindamonhangaba, Av. Nossa Senhora do Bonsucesso, 3642-1644
  • Empresa de ônibus Viva Pinda, 3648-3963
  • Empresa de ônibus Pássaro Marron, 3642-1644
  • Rodoviária de Taubaté, R. Benedito da Silveira de Moraes, s/n, Jardim Ana Emília, 3635-3667

Quando ir

Como a cidade não é exatamente turística, não existe períodos pré-determinados de alta temporada. Porém a cidade tem muitas festas e eventos que podem ser conferidos na agenda de eventos. Quanto ao clima, a região apresenta verão chuvoso e inverno seco. Pode ser difícil conseguir hospedagem no mês de julho, por causa do festival de inverno na vizinha Campos do Jordão.

Onde ir

    No Centro:

  • EEPSG "Dr. Alfredo Pujol", Centro, perto do mercado municipal. A construção iniciou em 1901 e a inauguração ocorreu em 1902. Está situado num largo, próximo à estação da estrada de ferro
  • Praça Monsenhor Marcondes, Centro, perto do mercado municipal. A praça principal da cidade, já trocou de nomes várias vezes, passando de Praça Formosa para Praça do Imperador, Praça do Teatro e finalmente, em 1863, recebeu o nome atual
  • Palacete Tiradentes, Praça Barão do Rio Branco, Centro. Foi construído em 1864, com paredes externas em taipa de pilão e internas de pau-a-pique, abrigou a Câmara Municipal no andar superior e o Quartel de Policia e prisão no andar inferior. Depois abrigou a Escola de Farmácia e Odontologia e ainda o Externato São José. Em 1984 volta a funcionar como Câmara Municipal
  • Igreja São José, Praça Barão do Rio Branco, Centro. A construção de taipa de pilão foi iniciada em 1840 e concluída em 1848 para substituir a primeira capela
  • Chafariz do Padre Tobias, R. Prudente de Moraes. Dizem que D. Pedro saciou a sede no local. No início era apenas uma bica, mas depois foi reformada várias vezes e atualmente, exibe uma paisagem da cidade
  • Bazar Solidário - Fundo Social de solidariedade - Projetos de Geração de Renda e Resgate da Cidadania, R. Deputado Claro César, 53, (12) 3643-2223, seg a sex das 9h30min às 17h30min, sab das 9h30min as 13h
  • Palacete 10 de Julho, R. Deputado Claro César. A construção de 1200m² foi iniciada em 1850 e inaugurado em 1856, para ser a residência do Barão de Itapeva, o Capitão Inácio de Siqueira Salgado. Durante muito tempo foi sede da Prefeitura Municipal, mas atualmente está fechada para reformada e será reaberta como museu e/ou centro cultural. A Prefeitura foi transferida para novo prédio perto da Rodoviária
  • Igreja Matriz N. Sra do Bonsucesso, R. Deputado Claro César. Foi construída no século XVIII, mas passou por várias reformas
  • Palacete Visconde da Palmeira, R. Marechal Deodoro. Foi construído no período de 1.850 a 1.864. Em estilo néo-clássico é considerado a única reminiscência da nobreza rural cafeeira paulista. Ficou fechado muito tempo para reforma, mas agora foi reaberto como "Museu Histórico e Pedagógico D. Pedro I e D. Leopoldina"
  • Bosque da Princesa, perto do Museu (Palacete Visconde da Palmeira). Recebeu vários nomes: Largo do Porto até 1869, depois Largo do Ipiranga, em 1879 Praça Cornélio Lessa e, finalmente em 1952 foi denominado "Bosque da Princesa".
  • Biblioteca Municipal "Vereador Rômulo Campos D’Arace", ao lado do Bosque da Princesa
  • Núcleo Turístico do Ribeirão Grande: mapa

  • Restaurante Colinas Ranch, Estrada Municipal Capitão Avelino Alves Pereira, 10.500, Bairro do Pinga, 3643-3203/3642-4621/3645-2494/9781-1780
  • Restaurante e Pizzaria Colméia, Estrada Municipal Jesus Antônio de Miranda, Km 6, (Estrada do Ribeirão Grande), 3642-2120
  • Quiosque Beira Rio Graminha, Estrada Municipal Luiza F. Miranda, km 13, 3642-9367/8113-6995
  • Restaurante do Edmundo, Estrada do Ribeirão Grande, km 17, 3642-5244/9779-6146
  • Ribeirão Vivo Arte
  • Cooperativa Ribeirão Grande, Estrada do Ribeirão Grande (em frente a entrada da Estrada dos Nogueiras)
  • Fazenda Nova Gokula, Bairro do Ribeirão Grande, 3643-4552/3645-8238. Maior comunidade rural Hare Krishna da América Latina, localizada aos pés da Serra da Mantiqueira, integra a área de proteção ambiental da Serra da Mantiqueira. O local é muito bonito, há um templo cercado por montanhas e rios, que podem ser admirados percorrendo as trilhas. Há uma trilha ao Pico Itapeva, ponto mais alto da Serra da Mantiqueira, de onde se avista a cidade de Campos do Jordão. Possui lanchonete, restaurante, loja de produtos integrais/orgânicos, hospedagem em pousada, chalés, alojamento e área de camping à beira do rio. Creio que receba visitantes todos os dias, mas o restaurante funciona geralmente nos feriados e aos finais de semana. É melhor confirmar antes.
  • Armazém São João, Estrada do Ribeirão Grande, km 24, 3643-9227/9714-4609/9784-1965
  • Pesque Truta Ribeirão Grande, Estrada Irineu Alves Vieira, 3643-9227/9784-1965
  • Usina Isabel, Bairro do Ribeirão Grande. Foi inaugurada em 27 de julho de 1911 e até a década de 50, a hidrelétrica abastecia Pinda, Taubaté, Tremembé e Lorena. Porém atualmente foi desativada e está fechada à visitação
  • Núcleo Turístico do Piracuama:

  • Estrada de Ferro Campos do Jordão, R. Martin Cabral, 87, Centro, perto do Mercado Municipal, 3644-7408/7409. Em 15 de Novembro de 1914, parte a primeira e locomotiva a vapor, chamada de "Catarina". Foi idealizada pelos médicos sanitaristas Emílio Ribas e Victor Godinho, com o objetivo de transportar os pacientes para Campos do Jordão, para o tratamento da tuberculose. Foi eletrificada em 1924. É considerada a mais alta cota ferroviária do país, a 1.743m acima do nível do mar. Hoje transporta turistas para Campos do Jordão, os passeios saem diariamente de Pinda na parte de manhã e retornam de Campos na parte da tarde. Há horários extras em feriados e finais de semana. É necessário agendar com antecedência, principalmente na alta temporada
  • Balneário Reino das Águas Claras, Rodovia Caio Gomes Figueiredo, Km 17, Bairro Piracuama, à margem da rodovia que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão. A origem do nome foi inspirada na obra literária do escritor Monteiro Lobato. Por este mesmo motivo, o parque foi decorado com escultura em cerâmica artística, dos personagens do Sítio do Pica-Pau-Amarelo. Possui restaurante, sanitário, vestiário, guarda-volumes, parque infantil, churrasqueiras e quiosques e ambulatório para primeiros socorros
  • Clube de Campo Piracuama, Estrada Velha Pinda/Campos, 3642-4488
  • Pousada Champêtre, Estrada Velha Pinda/Campos, 2132, 3648-6291/3642-9637 www.pousadachampetre.com.br
  • Pousada Fazenda Santa Emília, Rod. Dr. Caio Gomes Figueiredo SP 132, Km 165,5, 3642-1021/9774-0348
  • Pousada Recanto, Rod. Dr. Caio Gomes Figueiredo SP 132, 16500, 3642-2737
  • Pousada Serra da Mantiqueira, Estrada Velha Pinda/Campos, 19.004, Bairro do Piracuama, 3642-7009/3648-8432
  • Rancho Dourado, Estrada Municipal do Piracuama, 84, Bairro do Piracuama, 3645-8815
  • Top Coffee, Estrada Caio Gomes Figueiredo 1111 (Pinda/Campos), Bairro do Mandu, 3648-1790 Reservas c/ Eduardo de seg a sex 3645-2183/9741-7374
  • Voe de Balão, 3648-6291
  • Mercado da Serra
  • Outros:

  • Igreja N. Sra do Socorro, a 2 km da cidade
  • Igreja de Santa Rita Maçaim, a 200m da estrada, à margem esquerda do Rio Paraíba
  • Reserva Ecológica Municipal do Trabiju, Estrada Municipal José Machado de Andrade (siga até o final), Bairro Trabiju , a cerca de 16 km do centro. Solicitar autorização de entrada no Departamento de Turismo da Prefeitura. Acesso pela Rodovia Dr. Caio Gomes Figueiredo (rodovia para Campos do Jordão), depois de cerca de 7Km contados a partir da ponte do Rio Paraíba, entre à direita (ponto de referência: bar Triângulo). Siga por cerca de 5 Km até chegar a portaria da Reserva. É um Parque Florestal com 6.000m2, considerado como área de proteção ambiental. Ao redor de uma bela cachoeira há espécies raras da flora e da fauna. Na época do café era conhecida como Fazenda Santa Cruz, depois foi denominada Fazenda da Represa e era responsável pelo abastecimento de água à cidade até 1930. Atualmente abastece apenas a Praça Monsenhor Marcondes
  • Pico do Itapeva, situado no Serra da Mantiqueira a 1950m de altitude, de onde se avista quase toda a região do Vale do Paraíba, desde o pico das Agulhas Negras até a Serra do Guararema. É área de preservação permanente e pertence a Pindamonhangaba, embora seja citado como ponto turístico de Campos do Jordão. Acesso se dá por Campos do Jordão
  • Fazenda Sapucaia, Estrada Municipal José Marcondes Filho (Estrada Pinda/Guaratinguetá), 3641-1118/9111-1810, www.cachacasapucaia.com.br atendimento@cachacasapucaia.com.br
  • Figueira do Imperador, Bairro das Taipas. A história registra como local onde D. Pedro descansou antes de chegar a nossa cidade
  • Fazenda Cabral, acesso pela Estrada Municipal Manoel Canuto Vieira. Apresenta um roteiro desde a produção do pé ao pó de café, encerrando o passeio com um delicioso café, na Casa do Café. Além disso, possui trilhas de fácil acesso
  • Sítio Algodão Doce
  • Caminho da Fé Foi criado em fevereiro de 2003, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, para dar estrutura à peregrinação ao Santuário Nacional de Aparecida. Parte de Tambau com destino a Aparecida, com cerca de 400km, atravessa a Serra da Mantiqueira, numa jornada de cerca de 15 dias
  • Circuito Mantiqueira Sete cidades: Pindamonhangaba, São José dos Campos, Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, Monteiro Lobato e Piquete, se uniram para formar o Circuito Mantiqueira, com trilhas, cachoeiras, picos elevados e belas paisagens da Serra da Mantiqueira
  • Arroz Preto Ruzene, escritório: Av. Albuquerque Lins, 138, sala 7, 3642-8974, www.arrozpreto.com.br Atende grupos pequenos com agendamento

Onde ficar
Outras opções:

  • Colonial Plaza Hotel, Av. N. Sra. do Bom Sucesso, 4201, Campo Alegre, 3644-3644/0800-771-7097, colonialplaza@terra.com.br - www.colonialplazapinda.com.br Acredito que seja o melhor hotel de Pinda, localizado na entrada da cidade, fica um pouco longe do centro, mas na beira da principal avenida da cidade
  • Hotel Vitória, R. José Maria Monteiro, 36, Jardim Imperial, 3642-1623/2937, hotelvitoriapinda@bol.com.br - www.vitoriahotelpinda.com/ Hotel mais simples, porém bom. Também fica um pouco longe do centro, mas na beira da principal avenida da cidade
  • Pousada Carioca, R. Aníbal de Jesus Pinto Monteiro, 64, Alto do Cardoso, 3642-3908/9774-0373, www.pousadacarioca.com.br
  • Pousada Casal 20, Av. Dr. Antônio Pinheiro Jr, 244, Campo Alegre, próximo a Rodoviária, 3648-4688, pousadacasalvinte@hotmail.com - www.pousadacasal20.com
  • Remmf Hotel, R. Frederico Machado, 276, Centro, 3642-7492/3413, www.pindavale.com.br/remmfhotel
  • Hotel Brasil, R. 10 de Julho, 48, Centro, 3643-2229/2286, hotel@hotelbrasilpinda.com.br - www.hotelbrasilpinda.com.br

Onde comer

  • Art Grill Restaurante e Buffet, R. Gregório Costa, 85, Centro, 3642-4726. Almoço self service por quilo, jantar a la carte
  • Restaurante Vitória, R. Prudente de Moraes, 325, Centro, 3643-4345. Almoço self-service por Kg das 11h30 às 15h
  • Restaurante e Churrascaria Gramado, R. Bicudo Leme, 55 Centro, 3642-3963/3645-5441. Almoço self-service com churrasco por Kg das 11h às 15h e jantar das 18h às 23h
  • Restaurante Biruta, Estrada Municipal das Campinas, 1998 (dentro do aeroclube), 3645-4100. Almoço self-service por Kg
Outras opções:
  • Pizzaria Pizzamonhangaba, R. Dr. Campos Salles, Bairro São Benedito, 3648-6843. Ainda não experimentei, mas eu acho divertido o nome da pizzaria

Dicas

Contatos úteis:

  • Secretaria de Integração e Meio Ambiente, Av. N. Sra do Bonsucesso, 1400, Alto do Cardoso, (12) 3644-5600, integracao@pindamonhangaba.sp.gov.br
  • Departamento de Turismo, R. Martin Cabral, 39, Centro, 3643-1761/1424

Links úteis:

Prefeitura de Pindamonhangaba - Departamento de Turismo
PindaVale

Turismo Receptivo:

  • Peratur, R. Deputado Claro César, 27, Centro, 3642-2922, www.peratur.com.br - peratur@uol.com.br - luizperatur@uol.com.br
  • SCM Eventos e Turismo, R. dos Expedicionários, 220, Centro, 3645-6265, www.scm.tur.br - scmeventos@yahoo.com.br - scmeventos@terra.com.br

Dicas:

  • Como a cidade não é exatamente turística, não há muita opção de hospedagem e restaurantes, mas há opçoes para todos os bolsos e gostos
  • Foram listadas apenas algumas opções de hospedagem na área urbana da cidade, mas há várias outras pousadas na área rural, principalmente nos bairros Piracuama, Ribeirão Grande e Pouso Frio (entre Pinda e Lagoinha). Também há outras opções na área industrial, Moreira César e Cidade Nova, que são interessantes para quem está a trabalho nessa região
  • Transporte público atende diversos bairros. É possível ir ao Ribeirão Grande e Piracuama de ônibus, mas dependendo do destino você terá que caminhar um tanto
  • Pelo que sei, não há um posto de informações turísticas na cidade. Desse modo, é mais seguro obter informações no Departamento de Turismo da Prefeitura em horário comercial
  • O passeio de trem para Campos do Jordão é imperdível. É bom telefonar antes para agendar. Na época do inverno fica lotado
  • Dizem que o passeio de balão é ótimo
  • A Fazenda Nova Gokula é linda e o pessoal de lá é muito simpático. Informações podem ser obtidas por e-mail com a Lalita
  • Há alguns casarões/palacetes antigos e preservados/reformados no centro da cidade. Acesso pode ser feito facilmente a pé

 

Taubaté

Período: 
Cidades: Taubaté

Certamente você já assistiu algum episódio do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato, então saiba que esse sítio existe de verdade, no interior de SP, na cidade de Taubaté. O artesanato dos figureiros também é muito famoso, já me deparei com as peças em aeroportos, em Tiradentes e até em Natal, onde algum turista desavisado pode adquirir uma peça achando que é artesanato local. A cidade de interior tem locais interessantes, mas a infra-estrutura de turismo ainda é incipiente.

Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas.

A cidade

Taubaté é um nome indígena que significa "aldeia elevada". Situada no Vale do Paraíba, no eixo Rio-São Paulo, tem posição privilegiada entre a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira. Apesar de não figurar como cidade turística, é vizinha de cidades muito conhecidas como Ubatuba, Campos do Jordão e São Luiz do Paraitinga. Ainda se localiza perto do sul de Minas Gerais. Possui cerca de 270mil habitantes (dados de 2008) e área de 627 Km². Apresenta clima clima tropical com inverno seco, temperatura média de 24 ºC.

Como chegar

Taubaté está localizada a cerca de 120Km da capital São Paulo e a 280 km da cidade de Rio de Janeiro. O acesso pode ser feito pela Rodovia Presidente Dutra ou pela Rodovia Carvalho Pinto.

  • Rodoviária "Nova" de Taubaté, R. Benedito da Silveira de Moraes, s/n, Jardim Ana Emília, na beira da Dutra, 3635-3667. Terminal de embarque e desembarque para outras cidades
  • Rodoviária "Velha" de Taubaté, Parque Dr. Barbosa de Oliveira. Conhecida popularmente como rodoviária velha, é de onde partem e chegam os circulares, ou seja, os ônibus que percorrem os bairros da cidade

Quando ir

Como a cidade não é exatamente turística, não existe períodos pré-determinados de alta temporada.

Onde ir

    No Centro:

  • Convento Santa Clara, Praça Anchieta, Centro, 3621-2626. Fundado em 1673 por frades franciscanos, está situado em ponto elevado de onde se descortina bonito panorama da cidade. Da arquitetura original conserva a interessante torre sineira.
  • Capela de N. Sra do Pilar/Museu de Arte Sacra, R. Bispo Rodovalho, s/n, Centro, 3625-5058, seg a sex das 9h às 12h e das 13h30min às 17h, sab e dom das 9h às 12h. Construção de 1748, de Timóteo Corrêa de Toledo, pai dos inconfidentes taubateanos, Pe. Carlos Corrêa de Toledo e Luiz Vaz de Toledo Piza. No local funciona o Museu de Arte Sacra de Taubaté
  • Catedral de São Francisco das Chagas, Praça Dom Epaminondas, Centro, 3632-3316. O primeiro edifício da Matriz foi construído por Jaques Félix em 1640. No início do século XVIII iniciou a construção da nova Matriz, que foi finalizada por volta de 1800. Recebeu diversas reformas ao longo dos anos e infelizmente perdeu todo o caráter colonial, restando apenas o retábulo do altar-mor.
  • Teatro Metrópole, R. Duque de Caxias, 312, Centro, 3624-5915 www.teatrometropole.art.br
  • Solar das Artes, R. Visconde do Rio Branco, 516, Centro, visita somente externa. O Casarão dos "Oliveira Costa", com paredes externas de taipa-de-pilão, data de meados do séc. XIX. Hoje é espaço artístico para exposições e eventos culturais.
  • Igreja Nossa Senhora do Rosário, Praça Barão do Rio Branco, Centro, 3632-2855. Antiga Capela dos Homens Pretos, construção de taipa-de-pilão original do início do século XVIII depois restaurada em meados do século XX
  • Santuário e Praça Santa Teresinha, Praça Santa Terezinha, 3632-2479
  • Capela de Nossa Senhora da Piedade do Bom Conselho. Construída em fins do século XIX, foi incorporado à Universidade de Taubaté.
  • Mais afastadas:

  • Museu Mazzaropi, Estrada dos Remédios, 2380, Bairro dos Remédios, 3634-3422, ter a dom das 9h as 12h http://www.museumazzaropi.com.br/ É privado e está localizado dentro das dependências do Hotel Fazenda Mazzaropi. Visitas somente com agendamento
  • Parque Municipal do Vale Itaim, Av. São Pedro, 2000, Jardim América, 3633-5008, qua a dom das 9h às 17h
  • Cristo Redentor, R. Itacolomi, 351, Alto São Pedro, 3621-3096. A imagem de 13m fica em um pedestal de 8m, em cujo interior há a Capela de Nossa Senhora da Paz. Tem-se uma bela vista da cidade com a Serra da Mantiqueira ao fundo, especialmente ao pôr do sol.
  • Rua Imaculada, Bairro Alto São Pedro. Conhecida pelas festas folclóricas, pelo artesanato dos figureiros e pela Igreja de N. Sra da Imaculada Conceição
  • Casa do Figureiro, R. dos Girassóis, 60, Campos do Elíseos, 3625-5087, das 9h às 17h http://www.casadofigureiro.com.br
  • Horto Municipal, Av. Brigadeiro Faria Lima, ao lado da Rodoviária, Jardim do Sol, 3625-5105, ter a dom das 6h às 18h Sanitários, bebedouros, rampa para deficientes, estacionamento para bicicletas e motos.
  • Divisão de Museus, Patrimônios e Arquivos Históricos, Museu dos Transportes e da Tecnologia Rural, Museu Histórico "Professor Paulo Camilher Florençano", Exposição Permanente "Taubaté na História do Brasil", Arquivo Histórico Dr. Félix Guisard Filho, Pinacoteca "Anderson Fabiano", Hemeroteca Antonio Mello Júnior, Museu da Imagem e do Som de Taubaté (Mistau), Av. Tomé Portes Del Rey, 925, Jardim Ana Emília, 3625-5059, perto da Rodoviária. Horário de expediente: 3.a a 6.a das 8h às 11h30min e das 14h às 17h30min Sab e dom das 9h às 12h apenas para visitação.
  • Museu de História Natural, R. Juvenal Dias de Carvalho, 111, Jardim do Sol, perto da Rodoviária, 3631-2928. http://www.museuhistorianatural.com/
  • Sítio do Pica-Pau Amarelo, Av. Monteiro Lobato, s/n, Chácara do Visconde, 3625-5062, ter a dom das 9 às 17h, visitas monitoradas devem ser agendadas com 15 dias de antecedência por telefone. Em feriado é necessário confirmar se está aberto. No local funciona o Museu Histórico e Pedagógico Monteiro Lobato e há atividades culturais e pedagógicas, como teatro infantil, oficina de artes, visitação monitorada com personagens do sítio e uma biblioteca especializada na obra de Monteiro Lobato.
  • Borboletário de Taubaté, R. Finlândia, 101, Jd das Nações (Travessa da Av. Independência próximo ao banco do Brasil), 3682-1440, sáb, dom e feriados das 10h às 12h e das 13h às 17h. Visitas sob agendamento para escolas e grupos especiais http://www.aqualuznet.com.br
  • Parque de Exposição Monteiro Lobato, Av. Charles Schneider, s/n, Vila Costa, 3625-5159
  • Museu da Imigração Italiana - Casarão dos Indiani, Quiririm, próximo a antiga estação ferroviária federal a 200m do trevo que liga Taubaté a Campos do Jordão. Construído pelos irmãos Indiani em 1903 e restaurado para abrigar o acervo sobre a cultura italiana
  • "Mercato della Colônia Agrícola di Quiririm", Rod. Floriano Rodrigues Pinheiro, Km5, 10 às 22h. São 26 estandes permanentes com comidas típicas da Itália, vinhos, derivados de leite, embutidos, além de plantas e artesanato.

Onde ficar
Existem várias opções na cidade.

  • Hotel Fazenda Mazzaropi, Estrada dos Remédios, 2380 - Acesso pela saída 109 da Via Dutra, 3632-7877 / 3632-9449 / 0800-11-7877. Dizem que é muito bom para famílias com crianças pequenas.

Onde comer

  • Pizzaria Mamma Mia, R. Vol Penna Ramos, 198, Centro, 3621-7996
  • Churrascaria Bom Boi, Rod. Pres. Dutra s/n, Km 115, 3633-1266
  • Cantina Gadioli, Estrada Municipal de Quiririm, 51, 3686-1683. É citado como uma das melhores cantinas italianas da região
  • Fazendinha Restaurante, Rod. Floriano R. Pinheiro s/n Km 03, Quiririm, 3686-1883. Cozinha regional, self service

Dicas

Contatos úteis:

  • Departamento de Turismo, Box 01 - Rodoviária Nova, R. Benedito Silveira de Moraes, s/n, Jardim Ana Emília, 3624-4195, turismo@visitetaubate.com.br

Links úteis:

Visite Taubaté
Prefeitura Municipal de Taubaté
Guia Taubaté
Portal de Taubaté
Taubaté

Dicas:

  • A cidade não é exatamente turística, mas há várias opções de hospedagem e restaurantes
  • Transporte público atende diversos bairros